Pois
é... parece que a relação entre violência e games existe desde que os primeiros
consoles foram postos no mercado. Talvez porque, até mesmo naquela época já
existiam jogos violentos, como é mostrado no Odyssey 100, lançado em 1972. E
tem gente que acha que violência em videogame é coisa moderna...
Agora,
a pergunta que não quer calar. Será que videogames causam, ou até mesmo
aumentam violência entre os jovens? Não. Nem um pouco. “Por quê?”, você
pergunta. É fácil, é só dar uma olhada nos casos em que os dois tópicos foram
ligados e fica evidente que os criminosos apontados ou tinham problemas mentais
ou eram reclusos, vítimas de bullying, algo assim.
Como
foi concluído dos responsáveis pelo massacre de Columbine, que foi atribuído ao
jogo “Doom”.
http://gamehall.uol.com.br/loadingtime/?p=454
“Eles simplesmente não eram
garotos comuns. Eram garotos com problemas psicológicos sérios” disse o psicólogo Peter Langman.
Na
verdade, para alguns pesquisadores, o videogame tem o efeito contrário, como
neste texto do estadunidense Christopher Fergusson:
http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/jcom.12129/full
Está
em inglês, mas deixe-me pegar uma citação: “As can be seen, videogame violence consumption in society is inversely related to societal youth violence”.
Pra você que não sabe inglês, aqui vai a tradução ao pé da letra:”Como pode ser
visto, o consumo de videogames violentos na sociedade é inversamente proporcional à violência juvenil” O gráfico pode ser
visto no site.
E outra coisa interessante: Uma tentativa mal
sucedida, e tosca, diga-se de passagem, feita por um psicólogo, de refutar o
estudo de Fergusson.
Artigo aqui:http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/2013/09/18/afinal-videogames-aumentam-a-violencia-entre-os-adolescentes/.
Segundo o autor do artigo acima, basta haver
frustração ao perder uma partida de CoD, que significa violência e ameaça à
sociedade.
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