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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Os videogames e a violência

Por Samuel Nascimento de Souza

Um assunto que ultimamente tem levantado bastante polemica é: jogos violentos, formam pessoas violentas? Até que ponto um simples jogo de videogame tem influencia nas vidas de seus usuários?

 Esse texto mostra meu ponto de vista sobre o assunto, que vem causando várias discussões, além da preocupação de vários pais. Afinal, jogos de tiro podem fazer mal para crianças e adolescentes? 

A minha resposta é NÃO!!! Jogos de tiro não tem o poder necessário para mudar a personalidade de alguém, de modo a torná-la uma pessoa agressiva ou mesmo um assassino, como mostra uma pesquisa feita pelo psicólogo Christopher Ferguson, da Stetson University, no qual defende que não há ligação entre a violência e os jogos. Na minha opinião, é necessário bem mais que isso para haver uma mudança brutal dessas na vida de alguém, mas claro, ao se respeitar de certa forma a classificação indicativa dos jogos. Não estou dizendo que acho errado  jovens de 14 a 17 anos jogarem games de tiro, mas você não pode, por exemplo, colocar um jogo como GTA nas mãos de uma criança de 10 anos, pois ela ainda é muito imatura para tal conteúdo. Creio que isso pode acarretar alguns problemas de personalidade a ela, mas nada que a torne em um “monstro”.

Claro, há casos em que o usuário já apresenta comportamento agressivo, por conta de problemas psicológicos. Nesses casos, acredito que o jogo possa influenciar de forma negativa na vida da pessoa, podendo até mesmo piorar a situação em que ela se encontra. São essas as pessoas que matam em cinemas, que assassinam os pais, e que fazem atrocidades em colégios infantis. Não sei como conseguem atribuir toda culpa dessas tragédias aos videogames, a pessoa tem que ter algum tipo de problema para cometer tais atos, ela não fará isso simplesmente por pura diversão.

Com isso concluo mais esse post, espero que tenham gostado, e se gostarem, compartilhem.

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