Um
assunto que é no mínimo controverso, é a relação ou a não relação de vídeo
games com a violência de jovens. Essa controvérsia pode ocorrer por exemplo, entre
pais que proíbem os filhos de jogar vídeo games com certo tipo de violência,
pensando que essa agressividade influenciará seus filhos, os tornando pessoas
violentas. Os filhos que por sua vez querem jogar, falam que essa influência
não existe.
Essa
repercussão sobre a existência da influência dos jogos no comportamento dos
jogadores ocorre desde o começo da era dos vídeo games, ou seja, a mais de
vinte anos pessoas discutem sobre o assunto. E isso fez com que vários estudos
fossem feitos.
Um
dos estudos que mais chama atenção é uma pesquisa feita pelo instituto de
educação universitária de Londres (IOE London), que durante dez anos observou o
comportamento de crianças que passavam em média três horas por dia em frente a
vídeo games ou televisão. Essas crianças, já adolescentes no final da pesquisa,
comprovaram que, dentre elas, os jogos não causaram alterações de comportamento
ou demonstração de agressividade.
Muitas
outras pesquisas como essa foram feitas ou estão sendo feitas, e estas têm um
resultado em sua maioria, próximo ao da citada acima, provando a não relação
dos jogos com o comportamento violento em jovens.
Por
mais que não seja indicado ou saudável passarmos muitas horas na frente de
vídeo games, sabemos que pelo menos eles não nos tornarão violentos ou
agressivos. Porém, jogos com conteúdo violento podem servir como “gatilho” para
pessoas com distúrbios ou com perfil violento.
Fontes:
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